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Doenças de N...R

O crescimento bacteriano
Ovo branco
Peito Seco
Pevide
Polainas de casca nos pés e nas pernas
Problemas na criação
Psitacose
Resistência Bacteriana
Rouquidão


O CRESCIMENTO BACTERIANO

Prevenção e Profilaxia

Fatores que determinam o crescimento bacteriano;

As bactérias são seres simples, unicelulares, mas cujo efeito sobre os sistemas vivos e, em particular, organismos animais é de extrema importância. Este fator deve-se a dois aspectos.

Em primeiro lugar algumas bactérias são sobejamente reconhecidas como causadoras de doenças específicas, de maior ou menor gravidade consoante os animais afetados e as estirpes envolvidas.
Segundo lugar, parte do equilíbrio natural de muitos organismos superiores com quem coexistem em simbiose, beneficiando ambos com esta relação. Temos o exemplo das bactérias do tubo digestivo, existentes nos animais supeirores e que colaboram no processo digestivo, sendo no caso dos ruminantes de extrema importância a sua função.
   O desenvolvimento bacteriano é simples, por processos assexuais e, por isso, muito rápido em condições ambientais favoráveis. Esta situação cria um problema no caso dos agentes bacterianos patogénicos, que pretendemos combater, uma vez que lhes permite uma rápida propagação e infecção do hospedeiro, bem como uma maior facilidade de resistência a agentes anti-bacterianos nas gerações seguintes. Interessa pois compreender quais
os factores que favorecem e controlam o seu crescimento. O crescimento bacteriano é influenciado por vários factores ambientais, destacando-se o alimento, a temperatura, a humidade, o pH e o oxigénio. Cada um destes factores é importante e pode limitar o crescimento, determinando o desenvolvimento bacteriano. A presença de alguns organismos, sejam outras bactérias ou determinados fungos pode levar a alterações do crescimento das populações bacterianas, quer pela competição por alimento e espaço quer pela produção de compostos químicos inibidores do seu crescimento.

O alimento

As bactérias necessitam de alimento como fonte de energia, para elaborar o protoplasma e os seus materiais estruturais, diferindo muito entre si nas suas necessidades nutritivas. Os elementos mais importantes são: o carbono, o hidrogênio, o azoto, o oxigênio e o fósforo. Necessitam também de quantidades menores de ferro, magnésio, potássio e cálcio e de outros elementos em quantidades mínimas. Como fontes de carbono e energia utilizam geralmente os hidratos de carbono e os aminoácidos, as necessidades de azoto são satisfeitas com compostos orgânicos que contêm estes elementos, como por exemplo, as proteínas e certos aminoácidos. Uma bactéria pode necessitar para a formação do seu material celular de um ou mais compostos orgânicos que é incapaz de sintetizar a partir de componentes mais simples. Tais nutrientes essenciais são necessários em pequenas quantidades e os nutrientes orgânicos deste tipo conhecem-se como fatores de crescimento. São de três tipos: - aminoácidos que são
necessários para a síntese protéica; - purinas e pirimidinas que são necessárias para a síntese de ácidos nucléicos, como por exemplo, DNA e RNA; - vitaminas que são necessárias à síntese de enzimas, como a timina e a riboflavina. Existem diversos grupos de bactérias em relação às suas fontes alimentares.

A temperatura

Este fator tem enorme importância uma vez que influência as velocidades de todas as reações químicas ligadas aos processos de crescimento. A temperatura para a qual um microrganismo cresce com maior rapidez é a temperatura óptima de crescimento. A temperatura máxima é a mais elevada a que cresce um microrganismo, geralmente situa-se poucos graus acima da temperatura óptima. A temperatura mínima de crescimento é a mais baixa
temperatura a que tem lugar o crescimento do microrganismo, geralmente bastante inferior à temperatura óptima de crescimento. Atendendo à sua temperatura de crescimento, é possível distinguir pelo menos três grupos fisiológicos de bactérias: - as psicrófilas, têm temperatura óptima de crescimento entre 20 – 35ºC; - as mesófilas, têm temperatura óptima de crescimento entre 30 – 45ºC; - as termófilas têm temperatura óptima de crescimento entre 45 – 70ºC. Notamos, portanto, que qualquer organismo vivo, com temperaturas da ordem dos 35-40ºC está bem dentro do limiar óptimo de desenvolvimento bacteriano para organismos mesófilos. Os restantes grupos são menos comums e ocupam meios muito específicos.

A umidade

Todos os microrganismos necessitam de água para o seu crescimento, constituindo entre 80 - 90% do peso total das células vivas. É a quantidade de água disponível que determina se existirá crescimento e a sua velocidade. A humidade disponível é expressa como actividade da água, aw, que significa a pressão parcial de vapor de água de uma solução ou de um alimento. A maioria das bactérias crescem bem em meios com aw compreendido entre 0,999 e 0,998, o crescimento em água pura, (aw = 1,00), é impossível. É de salientar ainda que muitas bactérias não crescem com aw inferior a 0,95. A compreensão do aw dos diversos alimentos e ambientes leva-nos a assumir que nem todos eles, como é sabido, são igualmente favoráveis ao crescimento bacteriano. Não sendo fácil, no entanto, determinar este valor para os diversos meios, até porque este depende das condições de ambiente, este apenas é perceptível muitas vezes pela formação de sinais típicos de crescimento bacteriano, acidificação ou putrefação.

O oxigénio

As actividades das bactérias, como as dos microrganismos em geral, dependem das suas necessidades em oxigénio. As bactérias que dependem, para a sua actividade, do oxigénio livre do ar denominam-se como aeróbias obrigatórias ou aeróbias estritas. Por outro lado as bactérias anaeróbias obrigatórias, só crescem na ausência do oxigénio livre, sendo a presença de vestígios de oxigénio tóxicos para estes organismos. A maioria das bactérias crescem entre estas necessidades extremas de oxigénio, ou seja, tanto em ausência como em presença de oxigénio livre. A maioria destas bactérias têm preferência pelas condições de aerobiose, e são denominados aeróbios facultativos. Há um quarto grupo de bactérias, denominadas de microaerófilas, estas têm necessidade de oxigénio mas em concentrações consideravelmente inferiores à do ar. Há uma relação entre a tensão de oxigénio (concentração de oxigénio do meio ambiente) e o potencial oxidação-redução (OR). O potencial OR é essencialmente uma medida da capacidade oxidante/redutora do meio. Portanto, e um meio é um potente agente redutor, baixará o potencial OR o que favorece, consequentemente, o crescimento dos anaeróbios. Por outro lado, como o oxigénio é um agente oxidante, a sua presença assegura potenciais OR relativamente altos, o que favorece o crescimento dos microrganismos aeróbios.

O pH

O pH define-se como o inverso do logaritmo da concentração de iões de hidrogénio (H+). Em termos correntes designa-se normalmente por acidez. Para todos os microrganismos há um valor de pH óptimo, para o qual o crescimento é máximo, um valor de pH mínimo, que corresponde à acidez máxima que permite o seu crescimento e um pH máximo que corresponde à alcalinidade máxima que permite o seu crescimento. A maioria das bactérias têm um pH óptimo próximo da neutralidade ou ligeiramente alcalino (6,8 - 7,5). Algumas preferem um pH mais baixo (4,0 - 6,0), criando elas próprias estas condições ao produzirem ácido através da degradação dos hidratos de carbono. Conhecem-se poucas bactérias que preferem condições fortemente alcalinas (8,5 - 9,0). Destaque-se que a grande maioria das bactérias não tolera ambientes com carácter fortemente ácido, reduzindo o seu crescimento nessas circunstâncias. São excepção a este factor as bactérias proteolíticas, uma vez que a hidrólise de proteínas que usam como alimento é favorecida em condições de acidez. O comportamento perante a acidez do meio influencia dois aspectos essenciais das bactérias: o local onde existem e os agentes desinfetantes a que são resistentes e sensíveis.

Bibliografia:
© Copyright, Ricardo Pereira 2001.
Escrito por Ricardo Pereira, em 2/9/2003.


OVO BRANCO

Muito embora o ovo branco não seja uma doença e sim consequência de alguma deficiência, trancrevemos texto da Dra Stella Maris Benez sobre o assunto por tratar-se de um grande problema dos criátorios.
"O maior número de reclamações dos criadores de pássaros durante a fase de reprodução é a incidência de ovos brancos. Inúmeras são as causas dos altos índices de ovos brancos. Dentre elas podemos incluir causas ambientais, nutricionais, infecciosas e de manejo.

Iremos desenvolver algumas considerações sobre a prevenção e correção das causas do ovo branco, dando maior enfoque para os efeitos nutricionais e infecciosos, promovendo maior rendimento, maior produção e maior segurança para a saúde dos criatórios de aves.

Causas Ambientais - soluções

O ovo mantido em ambiente com ar de má qualidade absorve através dos poros a sujeira, os gases nocivos e os microorganismos patogênicos para o embrião. O embrião morre antes do sétimo dia da incubação, fazendo com que o criador fique confuso no diagnóstico de fecundação. As causas ambientais e suas soluções são:

Ventilação insuficiente - procure abrir janelas na parte de baixo do criatório, usar tela ou invés de vidro nas janelas, conter vento com cortinas.
Renovação do ar insuficiente - fazer saídas de ar nos pontos mais altos da sala de criação, ou nas paredes opostas a entrada de ar, exceto na parede voltada para o Sul. Fazer sempre saídas altas de ar .

Qualidade baixa do ar - veja renovação de ar, mantenha limpeza do criatório diária.

Ausências de saídas de ar - o ar quente sobe, juntamente com partículas de sujeira e microorganismos, dificultando as trocas de ar.

Sujeira em excesso - Procure trocar ninhos sujos, bandejas com odor forte, bandejas úmidas e fétidas.

Trocas de bandeja inadequadas - Troque as bandejas pelo menos 1 vez por semana. Não acumule papéis sobrepostos nas bandejas.

Varredura de penas - Procure usar aspirador de pó para limpeza do criatório, pois faz pouco pó.

Excesso de pó na criação - use aspirador de pó, ou molhe o chão antes de varrer. Use uma bisnaga de água que faça uma pulverização fina sobre a sujeira.

Mudanças bruscas de temperatura - fora do controle dos criadores, as alterações bruscas de temperatura podem causar baixa fertilidade no macho, morte embrionária na primeira semana da incubação e perda "da libido", ou seja , os reprodutores não ficam mais fogosos.
Causa de Manejo

O ovo se contamina no meio ambiente através dos poros. Microorganismos da mão dos tratadores e dos criadores podem contaminar o embrião. Da mesma forma como descrita anteriormente, o embrião morre antes do sétimo dia da incubação, ou um pouco mais velho, fazendo com que o criador fique confuso no diagnóstico de fecundação ou perca a postura da fêmea no choco. As causas de manejo e suas soluções são:
· Ventilação dos ovos na espero do choco - deposite os ovos que aguardam a volta para o choco em algodão, ou papel toalha amassado ou papel higiênico amassado.

· Contaminação - Nunca coloque os ovos em espera sobre sementes, pois estas riscam a casca do ovo e seus fungos e bactérias entram através dos poros do ovo, matando o germe do embrião.
· Bactérias da mão das pessoas - Streptococcus e Staphylococcus são bactérias que existem nas mãos das pessoas, e que passam para a casca dos ovos, matando filhotes. Pesquisas revelam que foram a causa de morte de 85% de embriões de periquitos australianos. Causa a mesma morte em canários e outras aves. Use luvas ou pinças de plástico para segurar os ovos para ovoscopia e para o repouso antes do choco.

· Ovoscopia - choques térmicos e choques mecânicos matam os embriões. Cuidados com ovoscópios sem proteção térmica para apoio dos ovos para a leitura. Forre a borda com cortiça renovável ou espuma. Evite choques do ovo com o ninho ou com o ovoscópio, ou mesmo choques ao transportá-los.

· Medicações indevidas - as Sulfas causam ausência de produção de espermatozóides nos machos durante 30a40 dias, a chamada azoospermia. Nenhum ovo será galado nestas condições. Não use Sulfas para reprodutores próximo à fase de reprodução.

Causas Nutricionais

As principais causas de ovo branco são as de origem nutricional:

· Desbalanceamento nutricional das farinhadas caseiras - fazer testes de bromatologia e suplementação das deficiências. Use farinhadas comerciais registradas. Exemplo a Farinatta Bianco, Farinatta Suprema e Farinatta Intensive Red.

· Falta de premix vitamínico, mineral e de aminoácidos nas farinhadas - Use premix nutricional para suplementação das farinhadas caseiras, exemplo, o Premix A e Premix B.

· Falta ou excesso de vitaminas - nestas condições os sintomas são semelhantes, e de difícil diagnóstico. A história da criação é a melhor forma de diagnóstico. Na falta de vitaminas acrescente premix na farinhada, ou vitaminas solúveis, exemplo Rovital-C, 5dias seguidos, com manutenção 1a3 vezes na semana.

· Falta de minerais - os ovos podem ficar frágeis, com casca porosa ou irregular, causando fraturas de casca, contaminações mais freqüentes, perda de fêmeas em acidentes na oviposição. Use Macromix, fonte de cálcio e fósforo nas farinhadas, use farinha de ostra na areia, use farinhadas balanceadas. Ele melhora a formação da casca dos ovos, prevenindo a ocorrência ovos de casca mole, aumenta a resistência do ovo à incubação. Promove contração sincronizada do oviducto, prevenindo a retenção de ovos virados nas fêmeas em postura. Previne a baixa postura.

· Ação do complexo de vitaminas - exemplo Rovital-C usado para manter e restabelecer a saúde dos com desgaste da reprodução e da cobertura nos machos, desgaste da postura e criação dos filhotes nas fêmeas, desgaste físico do desmame, calor e frio excessivos, variações bruscas de temperatura, deficiências nutricionais, todas causas de ovo branco. Tem grande indicação na reprodução para melhorar a fertilidade de fêmeas e de machos, e preparar os jovens reprodutores, age nos picos de produção de ovos.

· Deficiência de aminoácidos - exemplo metionina e lisina. Devemos acrescentar estes elementos quando do diagnóstico, são encontrados comercialmente como Metionina e Lisina. Exemplo de suas ações. A Metionina promove aumento no tamanho dos ovos das fêmeas em postura, aumento da fertilidade dos machos e melhora da eclosão dos ovos. A Lisina previne o canibalismo de filhotes e de ovos.

· Vitamina A encontrada na forma de Vitamin A atua em casos de baixa fertilidade.
· Vitamina E encontrada na forma de Vitamin E com Levedura seca de cana tem ação importante na reprodução. Previne a morte embrionária, a baixa eclosão dos ovos, a degeneração testicular dos machos.
· Biotina é uma vitamina encontrada como Vitamin H (Biotina) é indicada na baixa eclosão de ovos, morte embrionária.

· Levedo de Cana é um alimento natural rico em proteínas, minerais, vitaminas do complexo B (vitamina B1, B2, B6), bem como vitaminas do tipo ácido nicotínico, ácido pantotênico e ácido fólico, e quando usado de forma contínua, auxilia na reprodução das aves, colaborando com a ação das outras vitaminas importantes para a reprodução, citadas acima. Pode ser encontrado da forma pura ou agregado à outras vitaminas.

Causas Infecciosas

As principais causas infecciosas de ovo branco são mycoplasmose e bactérias secundárias encontradas no meio ambiente ou na mão dos tratadores. O mycoplasma afeta os reprodutores de forma lenta, podendo se manifestar até 1,5 ano após a contaminação. Devemos utilizar medicações preventivas de forma estratégica nas fases críticas da criação.

· Mycoplasmose - causa infertilidade de machos (diagnosticada como ovos brancos), infertilidade de fêmeas, morte do embrião no ovo, principalmente antes da eclosão. Fraqueza de filhotes, morte de filhotes na primeira semana de vida. Para tratamento e prevenção da mycoplasmose e de suas conseqüências, existe um forma estratégica de prevenir a criação com o Nalyt H Fases, fazendo com que as aves recebem em cada fase crítica o medicamento que controla o desenvolvimento da infecção por este agente. O Nalyt 100 Plus é indicado para o tratamento de casos mais graves, para posterior entrada na fase de prevenção. Atua nos quadros de infertilidade infecciosa dos machos, reduzindo o número de ovos brancos. A prevenção pode ser feita com a linha Fases para muda de penas, reprodução, baby, que inclui o tratamento de filhotes na primeira semana de vida e no desmame.

· Nos filhotes a mycoplasmose age - controlando os agentes que acometem os filhotes na primeira semana de vida e na semana seguida ao desmame. Nestas fases os filhotes fiquem estressados, com queda de resistência, acarretando as grandes perdas da criação. A medicação preventiva reduz quadros de "pinta-preta", retenção de saco da gema, diarréia de ninho, riscos de sapinho, morte do filhote na primeira semana de vida, auxilia na reabsorção perfeita do saco da gema, reduz problemas respiratórios e a diarréia dos filhotes no desmame.

· Nos adultos a prevenção atua na infertilidade dos machos, na causa de ovos brancos, e de ovos não galados, na mortalidade do embrião e na bicagem do ovo.

· Pesquisas mostram que os bioflavonóides contribuem para o aumento da produção de ovos e sobrevivência dos embriões. No mercado encontramos o Prevent, que é um derivado de ácidos orgânicos de alta biodisponibilidade. Promove a manutenção da criação nos períodos de stress, estimula o sistema imunológico, melhora na produção dos ovos, auxilia na prevenção e no controle da Salmonelose e Colibacilose.

· Probióticos - são indicados para a formação de uma flora microbiana gástrica e intestinal saudáveis nos adultos, pois desta forma, quando regurgitarem o primeiro alimento para o filhote, estarão passando esta flora para formação nos filhotes. O ProbLac é um exemplo de probiótico, previne a diarréia de ninho dos filhotes, auxilia na redução da "pinta preta" e na retenção do saco da gema nos filhotes.

A melhor forma do criador evitar ou reduzir a formação de ovos brancos é a realização de exames dos ovos e dos reprodutores na época da postura, e organizar um programa de prevenção na criação, que inclui desde a desinfecção do ambiente de criação, até o fornecimento das medicações preventivas e mesmo curativas para todo o plantel. O esquema de prevenção com medicação não pode falhar em nenhuma ave, pois aquelas que não participam da prevenção podem se tornar portadoras caso estejam com o agente. Procure identificar e corrigir todos os pontos descritos neste artigo, para que possa minimizar os riscos de ovos brancos na criação."


Veterinária especializada em Aves - Dra. Stella Maris Benez.


PEITO SECO

Peito seco não é propriamente uma doença, é sim, um sintoma.

A perda de massa corporal indica a incapacidade do organismo para aproveitar os nutrientes ingeridos.

Causas:

Várias são as causas possíveis, a mais comum é a coccidiose. Também as verminoses mais significativas poderão levar a perda de massa corporal.

Sintomas:

A perda de massa corporal faz com que o osso do peito do pássaro tome a forma de facão (certo exagero). Esse é um sintoma apresentado em um estagio avançado da doença. Um criador atento a seus pássaros perceberá alterações de comportamento, apetite, disposição e volume de ingestão de líquidos muito antes do peito secar.

Tratamento:

É altamente indicado um exame de fezes para definir o diagnostico e determinar o tratamento. Na impossibilidade, ministrar um medicamento para coccidiose imediatamente. Manter farinhada com prebióticos e probioticos e complexo vitamínico. Concluído o tratamento da coccidiose. Aguarde uma semana e faça uma vermifugação.

Prevenção:

Higiene, equilíbrio da dieta, ministrar probióticos regularmente ao plantel e observar as aves, procurando identificar possíveis problemas sanitários antes que se configure o peito seco.


PEVIDE

Chamamos de Pevide à crosta que se forma na extremidade da língua de alguns pássaros, reflexo de uma inflamação que está associada a hipovitaminose.

 
 Crosta retirada com auxílio de uma pinça

Causas:

A principal causadora é carência de vitamina A.

Sintomas:

O pássaro apresenta dificuldade para alimentar-se, abrindo e fechando o bico constantemente. O pássaro passa a se alimentar menos e emagrece.

Tratamento:

Quando a crosta esta se soltando com relativa facilidade, o que ocorre na medida em que vai perdendo sua flexibilidade, poderá ser removida com uma pinça. A remoção da crosta facilitará a alimentação do pássaro.
No local deve ser passado um cotonete embebido em Nistatina solução oral, uma vez ao dia, durante uma semana.
Há estudos que apontam para uma associação de infestação parasitária com o surgimento da Pevide, embora essa seja conseqüência indireta. É indicado exame de fezes para identificação de infestações verminóticas e coccidiose.

Prevenção:

Dieta equilibrada e controle verminótico do plantel
Canto e Fibra


POLAINAS DE CASCA NOS PÉS E NAS PERNAS

Aparecem sob a forma de cascas, parecendo uma bota ou cobertura, que cobre os dedos e toda a canela das aves, dificultando a articulação, e pode levar à atrofia e à paralisia dos movimentos do pé.

É provocada por ataque de ácaros e pela falta de higiene e de banho. Quando é muito grave, chega a forçar e prender a movimentação do anilho, que terá que ser retirado imediatamente para evitar-se a gangrana.
Como profilaxia deve-se manter a gaiola o mais limpa possível, notadamente os poleiros, e propiciar condições para que a ave tome banho todos os dias.

Na terapia, uma única vez, usar-se como tratamento tópico o seguinte procedimento: colocar o pássaro no contentor e banhar em água morna os pés e as canelas, para amolecer as cascas. Após isso, passar pomada que contenha bastante óleo e friccionar levemente com os dedos as áreas atingidas, até que o material da polaina se desprenda. Tomar todo o cuidado para não forçar e na pressa arrancar a pele. Em seguida cortar as unhas, se necessário, e passar pomada desinfetante, antibiótica, fungicida e inseticida.

É importante também que se pulverize periodicamente a ave doente com solução de algum inseticida/fungicida direcionando o jato para os pés.

Criação de Curiós e Bicudos
Aloísio Pacini Tostes.


PROBLEMAS NA CRIAÇÃO


Apanhado de Problemas na Criação
APANHADO DE PROBLEMAS NA CRIAÇÃO
José Giordano Penteado
Revista UCCC - Julho 2001
Arquivo editado em 07/09/2001
Mais uma época de cria se inicia, e os dissabores vão surgindo na medida em que esperamos os filhotes, sadios dos casais que gostariamos criar.

Mas nem sempre o que desejamos acontece, então resolvemos listar uma série de problemas mais corriqueiras, lembrando sempre que é melhor prevenir do que remediar; consulte um médico veterinário para orienta-lo melhor sobre as doenças que pode existir, ou melhor,a quelas que não queremos ver.

Uma boa higienização ajuda na maioria dos problemas existentes durante a criação.

Durante o período que acontece a criação dos problemas existentes durante a criação desenvolvimento sexual pela mudança da hora-luz do dia, o metabolismo completo das aves é alterado para prover os nutrientes necessários para a formação de óvulos e espermas. Condições de luminosidade insuficiente podem afetar a fertilidade. Temperaturas extremas também afetam a fertilidade, e de forma indireta ao condicionar o consumo alimentar e reproduzir a freqüência de gala.

FERTILIDADE DAS REPRODUTORAS / NASCIMENTO:

A preocupação é sempre o número de filhotes viáveis a partir dos ovos que as fêmeas colocam para chocar. Isso pode significar o êxito e o fracasso de nosso trabalho anual. Esse processo biológico da reprodução é complexo que pode ser afetado por uma fertilidade temporária ou por uma alimentação inadequada ocorrida a três meses.
Essas duvidas fizeram com que elaborássemos um rol de problemas mais comuns durante a criação.

PROBLEMAS CAUSAS ATITUDES A TOMAR

1) Ovos claros (inférteis)

a) Macho não esta pronto - Deixar o macho sozinho até cantar forte e solto.

b) Má nutrição do macho - Nutrir os machos separados das fêmeas, e usar uma dose de vitaminas E.

c) Problemas de briga com fêmea no acasalamento - Colocar lado a lado para namoro, antes do acasalamento.

d) Macho não esta pronto ainda - Revisar o local onde abrigou o macho; deve ser claro por no mínimo 12 horas.

e) Macho muito velho - Trocar os mais velhos por novos.

f) Macho estéril - Trocar o macho.

g) Tempo de guarda dos ovos antes de por para chocar - Não armazenar ovos por mais de 5 dias. - Observar a umidade e a temperatura relativa de 70%.

2) Anéis de sangue que indicam morte embrionária.

a) Temperatura muito alta ou muito baixa - Verificar a temperatura ambiente, controlando-a.

b) Procedimento de má desinfecção - Estar borrifando água para desinfecção sobre fêmea e ovos nos 6 primeiros dias é proibido.

3) Muitos mortos na casca

a) Ovos armazenados por muito tempo - Não guarda-los por mais de 5 dias.

b) Temperatura muito alta ou muito baixa - Verificar temperatura ambiente, controlando-a.

c) Ovos não virados - Verificar se a fêmea sai e volta ao ninho, fazendo movimento de virar os ovos.

d) Nutrição deficiente nas reprodutoras quando a morte ocorre entre 8 a 10 dias de choco. - Especial atenção no estado nutricional das aves em geral, revisando nutrição e alimentaçào 15 dias antes do acasalamento, como corretivo usar complexos vitamínicos e aminoácidos.

e) Ventilação deficiente - Aumentar a ventilação do local de criaçào diminuir o número de casais.

f) Plurosis ou outras doenças infecciosas - Revisar a forma de higiene e desinfecção dos pássaros e locais de criação.

4) Nascimento prematuro ou tardio a) Temperatura muito alta - Evite a mudança brusca de temperatura se necessário, usar termostato para controle de temperatura.

5) Filhotes mal formados a) Ovos mal chocados, fêmeas deixam esfriar muito so ovos - matenha alimentação farta e de boa qualidade à disposição das fêmeas em choco, tratar primeiro as que estão chocando.

6) Filhotes com perna aberta a) Defeito causado por minhos muito liso - Trocar por ninhos mais rústicos.

7) Filhotes debilitados/pequenos/ofegantes nascimento demorado

a) Muitos filhotes para uma fêmea tratar - Manter de 3 a 4 filhotes por ninho do mesmo tamanho.

b) Umidade baixa no período de encubação - Manter a umidade ao redor de 70%.

c) problemas tóxicos - Rever toxinas ingeridas ou usadas no ambiente.

d) Demasiada umidade no ninho ou enfermidade infecciosa - Enviar filhotes para laboratório.

8) Tamanho desigual dos filhotes ao nascer a) Fêmea mal nutridas - Rever plano de nutrição, usar complexo vitamínico e aminoácidos.

9) Baixa eclosão e má formação do bico e do esqueleto a) Deficiência de vitaminas e ácido fólico - Revisar o índice de ácido fólico na alimentação.

10) Nascimeto desigual e mal formação do esqueleto embrionário a) Deficiência de vitamina H e do complexo B - Revisar o conteúdo da vitamina H e do complexo B na dieta.

11) Nascimento distanciado e morte embrionária na 2 semana a) Deficiência de vitamina D - Revisar o conteúdo da vitamina D na dieta.

12) Nascimento defeituoso e morte embrionária nos últimos dias a) Deficiência de vitamina B12 - Revisar o conteúdo da vitamina B12 na dieta.

13) Nascimento deficiente a) Relação de ácido pantatênico - Revisar o conteúdo do ácido Pantatênico da dieta.

14) Ovos que quebram e cheiram mal a) Contaminação dos ovos, fêmeas doentes. - Ovos de fêmeas limpas prevêem a contaminação.

15) Nascimento precoce dos filhotes a)Temperatura muito alta no início do choco até sétimo dia e umidade muito alta - Reveja as condições do local.

16) Nascimento tardio dos filhotes

a) Baixa umidade e temperatura muito alta, variação de temperatura no local do choco - Reveja as condições do local.

17) Mal posição do embrião a) Alimentação inadequada - Revisar dieta dos adultos.

18) Filhotes demasiadamente pequenos a) Ovos pequenos problemas de nutrição - Revisar dieta dos adultos.

19) Filhotes demasiadamente grandes a) Ovos grandes, problemas de nutrição - Revisar dieta dos adultos.

20) Filhotes desitradatos a) Baixa umidade do ambiente - Revisar umidade do local.

21) Filhotes que não pedem comida a) Dieta de reprodutores, mudança de temperatura brusca e/ou ventilação - Revisar dieta dos adultos e condições do ambiente.

22) Filhotes defeituosos a) Deficiência na nutrição dos reprodutores - Revisar dieta dos adultos e melhorar a parte nutricional.

23) Dedos torcidos a) Deficiência na nutrição dos reprodutores - REvisar dieta dos adultos e melhorar a parte nutricional dos adultos.


Escrito por José Giordano Penteado, em 2/9/2003


PSITACOSE

Doença de ocorrência comum em psitacídeos. Pode ocorres em outros pássaros.

Causa: Chlamydia psittaci

Sintomas: Diarréia esverdeada, sanguinolenta; corrimento nasal e ocular, dispnéia; fígado e baço aumentados com focos de necrose; sacos aéreos espessados.

Tratamento: Uso das tetracilinas.

Prevenção: Evitar a manutenção de psitacídeos próximo ao criatório. Quarentena com novos pássaros.


RESISTÊNCIA BACTERIANA

Os riscos do uso inadequado dos antibióticos

O homem não pode ser considerado culpado por não imaginar, e menosprezar, a capacidade de as bactérias se tornarem resistentes às suas drogas, porém o excesso do uso de antibióticos, muitas vezes desnecessário, causou um aumento rápido e progressivo no número de bactérias resistentes em nosso organismo. Tomemos um exemplo para melhor entender a dinâmica dessa resistência. Imagine um terreno barrento, portanto de terra marrom, em que vivem e proliferam diversos ratos brancos e apenas um casal de ratos marrons.

Os ratos marrons irão gerar sua prole; porém, como disputam o espaço e alimento com os ratos brancos, não haverá crescimento importante no seu número. Se colocarmos um homem com um rifle diante dos roedores, ele só verá os ratos brancos, uma vez que estes sobressaem na terra marrom. Assim, ao matar apenas os ratos dessa cor, o homem fará com que a população desses roedores diminua com o tempo.

Agora, imagine que as balas do rifle podem ser comparadas aos antibióticos; os ratos brancos, às bactérias; os ratos marrons, por serem da mesma cor que a terra, às bactérias resistentes aos antibióticos (estes seriam as balas do rifle). Se o homem usar o rifle de maneira racional, matando apenas os ratos brancos que nos incomodam, não causará uma diminuição importante de sua população e, por conseqüência, não fará com que o número de ratos marrons aumente. Entretanto, se houver centenas de homens armados exterminando os ratos brancos, em pouco tempo os marrons, sem encontrarem outros roedores para competir por alimentos, proliferarão e tomarão conta de todo o terreno; ou seja, uma vez que os homens não conseguem visualizá-los, e assim matá-los, são resistentes.

Uma das bactérias que mais preocupam a classe médica na atualidade é o enterococo, dada a sua capacidade de causar infecções especialmente em pacientes hospitalizados e debilitados por doenças graves, como os internados em Unidades de Terapia Intensiva. Nas últimas décadas, o número de casos de infecção por esse agente tem aumentado, e, ironicamente, em parte, pelo uso abusivo de antibióticos potentes e modernos. O enterococo pode, normalmente, habitar nosso intestino e sobreviver à administração desse tipo de droga enquanto as outras bactérias são destruídas. Dessa forma, sem encontrar bactérias para competir por espaço, prolifera com maior facilidade e causa infecções nos pacientes internados e enfraquecidos.

O aumento dos casos de infecção pelo enterococo já preocupava o meio médico quando fatos ocorridos na França, em 1986, e nos Estados Unidos, em 1989, seriam motivos para novo alarme. Nesses anos foram isolados, em infecções hospitalares, enterococos resistentes ao antibiótico vancomicina, até então um dos poucos extremamente eficazes contra eles. O meio médico se deparava com uma bactéria que poderia tornar-se resistente a todos os antibióticos, causando uma infecção incurável. Em dez anos, esse tipo de bactéria proliferou
e disseminou-se pêlos hospitais; em 1997, era a causa de mais de l 5% de todas as infecções hospitalares por enterococo.

A propagação nos Estados Unidos do enterococo resistente à vancomicina deveu-se ao uso abusivo da própria droga, que induz o aparecimento desse tipo de enterococo. Enquanto essa bactéria permanecia restrita ao meio hospitalar, o temor médico era o da contaminação dos pacientes internados e debilitados. Mas o surgimento do enterococo resistente à vancomicina na natureza, no continente europeu, demonstrou o risco de esse agente causar infecções em habitantes da comunidade. Finalmente, descobriu-se o elo desse fenômeno com uma alteração — realizada pela própria mão do homem — na ecologia microbiológica.

Há mais de trinta anos o antibiótico é empregado na alimentação animal para promover o crescimento rápido e acentuado de porcos e aves. Estima-se que mais da metade de todos os antibióticos em uso no mundo são utilizados em alimentos animais. Essas drogas suprimem bactérias intestinais que prejudicam a saúde do animal e seu crescimento e, com isso, lhe proporcionam também um maior aproveitamento da alimentação. O que o homem nunca imaginou é que tais antibióticos poderiam se voltar contra ele mesmo, desencadeando o surgimento de bactérias resistentes às drogas da atualidade. Entre os antibióticos usados na alimentação animal destaca-se a avoparcina, que foi abusivamente utilizada nos países europeus, embora proibida nos Estados Unidos por suspeita de ser uma substância cancerígena. A avoparcina, semelhante à vancomicina, funciona como uma droga que induz o aparecimento do enterococo resistente à vancomicina em porcos e aves, assim como na natureza. Na Europa, sua aplicação em alimento animal foi mais importante como indutor do enterococo resistente do que o emprego da própria vancomicina no tratamento de pacientes, ao contrario do que ocorreu nos Estados Unidos. Em 1994, na Dinamarca, foram utilizados 24 quilos de vancomicina (para pacientes) contra 24 toneladas de avoparcina (em alimento animal). Na primeira metade da década de 1990, a Áustria empregava anualmente meia tonelada de vancomicina contra 62 toneladas de avoparcina. A conseqüência do uso abusivo desses antibióticos foi revelada na própria década de 1990. Encontraram-se enterococos resistentes à vancomicina não só nos alimentos tratados com a avoparcina, mas também nas fezes de porcos e galinhas, o que deu origem à colonização da natureza por essas bactérias.

Estendendo-se a procura, em pouco tempo esses enterococos foram descobertos também em fezes de humanos — o homem criava e carregava nas suas fezes uma bactéria resistente à principal arma terapêutica que possuía. A colonização do ser humano por essas bactérias dava-se pela ingestão de alimentos contaminados, principalmente a carne. A descoberta exigiu a adoção de medidas urgentes. Em 1995, foi proibido o uso da avoparcina na Dinamarca; em 1996, na Alemanha; e em 1997, em todos os países da Comunidade Européia.

O efeito foi imediato. A taxa de enterococo resistente nos animais da Dinamarca caiu de 82% em 1995 para 12% em 1998. Na Alemanha, a taxa de enterococos resistentes encontrados nas carnes de aves caiu de 100% em 1994 para 2 5% em 1997; e nas fezes de humanos, de 12% para 3%. O homem descobria a tempo a alteração bacteriana que criara com o uso de antibióticos no alimento animal. Em 1998, mais quatro antibióticos semelhantes aos empregados em foram banidos dos alimentos animais: a tílosina, a espiramicina, a bacitracina e a virginiamicina. Esse exemplo demonstra como o homem, por meio de suas técnicas industriais, pode influenciar o surgimento de bactérias modificadas com potencial risco para si mesmo.

Trecho do livro "A HISTÓRIA E SUAS EPIDEMIAS" de Stefan Cunha Ujvari- Editora SENAC, 2003
Postado por Anderson Moreira de Almeida Carangola MG Consultor COBRAP (www.cobrap.org.br)
Escrito por Stefan Cunha Ujvari, em 3/6/2004


PERDA DE VOZ - ROUQUIDÃO

As aves têm um órgão fonador chamado siringe, que é encontrada na bifurcação da traquéia em brônquios primários. Quando a ave tem rouquidão é porque alguma coisa nasce nesse local, impedindo-a de liberar o som com todas as variações. Pode ser uma inflamação por ácaros, por viroses, por bactérias e mycoplasma etc.

Doença ocasionada por vairos motivos, entre eles pela conseqüência de um resfriado forte por exposição da ave a corrente de vento ou comida gelada, alem de fungos suspensos e ambientes muito úmidos e por exposição a ar condicionado.

Os sintomas são: voz fanhosa, perda total da voz, respiração ofegante, chiado na respiração, um intermitente abre-fecha do bico e intensa dificuldade para respirar.

O diagnóstico é a simples observação do canto da ave e notar a evidente diferença para a voz normal.
A profilaxia é não expor o pássaro à corrente de vento, não sair com a ave nos dias em que estiver ventando muito, não permitir que cantem de forma exagerada, notadamente após os torneios, bem como fechar devidamente os vidros do automóvel nas viagens para passeios.

Alem disso, não colocar as gaiolas das aves em contato com paredes úmidas e mofadas, principalmente em banheiros, cozinhas e finalmente nunca manter aves debaixo de ar condicionado.
Como terapia, dependendo da causa, usam-se os remédios homeopáticos Alium-sativa, própolis, antibióticos e quimioterápicos,vitaminas etc.

Quando a doença estiver associada à dificuldade para respirar, ministrar antibiótico à base de cloranfenicol, eritromicina, norfloxacina e tilosina, que seria o tratamento para à base de cloranfenicol, eritromicina, norfloxacina e tilosina, que seria o tratamento para a DRC (doença respiratória crônica), mycoplasmose (melhor tratamento é a tilosina). É importante que se façam nebulizações diárias utilizando 4 ml de soro fisiológico e 4 ml de antibiótico à base de tilosina.

Para o ataque de ácaros, as soluções são inseticidas com piretrina e o medicamento ivermectin. Para o ataque de fungos, ministrar fungicida na água por até 15 dias.

Se for um macho muito cantador, é fundamental ainda que se obrigue a ave a parar de cantar colocando-se duas fêmeas frias uma de cada lado da gaiola a uma distância de dez centímetros. A verdade é que, infelizmente, quase sempre não se consegue a cura completa. A voz é prejudicada e a ave fica meio fanhosa para o resto da vida.

Criação de Curiós e Bicudos
Aloísio Pacini Tostes

 

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