Vetorização do Canto PDF Imprimir E-mail

Pássaro mestre de canto
Isolamento Acústico
Aparato eletrônico empregado na vetorização
Alguns exemplos de temporizadores (timers) disponíveis no mercado
Cabines acústicas
Manejo na vetorização
Encarte de Canto

 

 

Chamamos de vetorização o primeiro contato do filhote com o canto da espécie. Embora não haja embasamento científico para teoria exagerada de alguns criadores que afirmam que o início do aprendizado se dá com o filhote ainda no ovo, é certo que está ligado aos seus primeiro dias de vida, quando está totalmente receptivo. Também é certo que há uma predisposição genética ao aprendizado do canto, já que criadores que se dedicam à seleção de um plantel voltado para execução perfeita de determinado dialeto obtêm sucesso maior do que os que praticam cruzamentos aleatórios, mantidos procedimentos semelhantes no manejo da vetorização e encarte do canto.

Na natureza, o filho aprende com o pai e irá ensinar seus filhos no futuro. Esse é o meio mais eficiente de vetorização do canto. Na criação em cativeiro a coisa se complica, principalmente pela indisponibilidade de galadores com canto perfeito.

 

Pássaro mestre de canto

A melhor solução para vetorização do canto em cativeiro é o emprego de mestres de canto. Um pássaro mestre é ainda mais difícil de ser obtido que um galador de canto perfeito. Somente poderá ser mestre o pássaro que, além do canto perfeito, possua características especiais de temperamento. Um mestre nunca pode irritar-se com o canto dos filhotes, mantendo-se impassível na perfeita execução do seu canto, sem variar qualquer nota. Deve ser capaz de cantar com perfeição mesmo com a gaiola encostada a de outro macho. Não pode interromper seu canto para escutar o canto de um possível adversário. Não pode modificar seu canto por influência do pialado das fêmeas. Deve ter um mínimo de três ou quatro anos, tendo saído de todas as mudas de pena sem modificar seu canto. Poucos são os criatórios que possuem bicudos mestres de canto clássico. Um bom mestre pode valer elevadas somas. Testemunhamos recentemente um criador de Minas Gerais adquirir um bicudo mestre de canto goiano clássico de um criatório do Paraná por valor correspondente a cerca de quinze mil dólares.

 

Isolamento Acústico

Pressuposto básico para a correta vetorização do canto. O filhote não pode ouvir o canto de outros pássaros, aí incluídos galadores com falhas no canto e fêmeas solteiras. Há quem afirme que o canto dos sabiás não influencia a vetorização de cantos de bicudos, mas aconselhamos não arriscar. Esse isolamento acústico requer facilidades de estrutura pouco comuns à maioria dos criatórios. São necessários, no mínimo, três ambientes acusticamente isolados. Um para galadores e fêmeas solteiras, um para fêmeas chocando ou alimentando filhotes e outro para treinamento de canto. Melhor seria se os filhotes nascidos fossem transferidos para outro ambiente, ainda juntos com a mãe, mantendo-se na sala de choco apenas as fêmeas chocando, em absoluta tranqüilidade. A presença de mestres de canto ou a sonorização da sala de choco costuma deixar as matrizes nervosas, sempre causando algum prejuízo à incubação.

Havendo disponibilidade do quarto ambiente, o melhor momento para a transferência dos filhotes é o 7º dia após o nascimento. Já teremos passado o evento do anilhamento e a fêmea já terá adquirido o ritmo no tratamento dos filhotes. Será então iniciado o processo de vetorização do canto. É importante destacar que não basta que o ambiente destinado à vetorização do canto seja acusticamente isolado, é importante que ofereça boas condições para a propagação do som. Paredes lisas tendem a refletir o som, causando reflexão (eco) e reverberação (permanência de ondas em um recinto limitado), incutindo distorções na vetorização. Os auto-falantes não devem estar virados diretamente para os pássaros, nem devem ser posicionados na parte superior. O som apresenta tendência a subir. O uso de cortinas ameniza bastante a reverberação.

 

Aparato eletrônico empregado na vetorização.

São várias as opções disponíveis no mercado e temos que definir uma série de detalhes de manejo para a correta escolha do equipamento. A grande preocupação se relaciona com a qualidade do áudio. É necessário definir o número de auto-falantes para definir a potência do equipamento que será empregado na amplificação. Também deverá ser levado em consideração o casamento das impedâncias no circuito de áudio. Em outro texto abordamos alguns detalhes dos circuitos de áudio.

Na natureza um pássaro não canta em tempo integral. Essa condição é fundamental no manejo do encarte de cantos. Para reproduzi-la em nossos criatórios é importante a utilização de um temporizador (timer) que regulará automaticamente os períodos em que será veiculado o canto e os intervalos de silencio ou acionamento de outra fonte sonora. O uso de uma fonte sonora alternativa para preenchimento dos intervalos de canto é apoio importante ao isolamento acústico. O som de uma rádio FM é bastante adequado, alternando fala e música, acostuma o pássaro aos sons típicos do convívio humano e evita que ouça cantos indesejados, oriundos do meio externo.

A fonte de áudio deve ser sempre um CD ou chip eletrônico. As fitas magnéticas, com gravações analógicas, permitem que o leitor do sinal assuma qualquer valor, inclusive estalidos, chiados, variações no andamento etc. Com a gravação digital isso não ocorre. Ou o receptor recebe a informação correta ou simplesmente não a recebe. Não há interpretação duvidosa ou variada na leitura do sinal digital.

 

Alguns exemplos de temporizadores (timers) disponíveis no mercado.

Timer analógicos e digitais usados em aquarismo.

Poderemos usar pequenos timers, normalmente empregados no controle da iluminação de aquários, que são baratos e podem ligar e desligar um aparelho de som em horários programados. Podem ser digitais ou analógicos. A principal diferença é a forma de programação. O digital permite programação diferenciada para vários dias e apresenta, como vantagem, manter a programação mesmo nos casos de falta de energia elétrica, pois tem memória alimentada por baterias. O analógico é programado por teclas, sempre para o período de 24 horas. Apresenta o inconveniente de, em caso de falta de energia elétrica, ter que ser reajustada sua hora atual.

 


Analógico

Digital

Timer fabricado pela empresa FM Eletrônica

http://www.fmeletronica.com.br

Timer programável com opções de tempo, permitindo programação de 10 em 10 min, com um total de até 90 min para cada intervalo ligado ou desligado. Possui fotocélula para iniciar e encerrar atividade segundo a luz do dia. Possui ainda sensor de áudio que evita que o aparelho seja desligado no meio de uma cantada. Pode ser adquirido somente o timer ou em distribuições que incluem Disk Man Panasonic (modificado para função play automática), Caixas de som amplificadas e toca-fitas.


Timer

Timer com CD e Toca-Fitas

Timer com CD e caixas ampliadas

Nossas Observações: Necessita amplificador de sinal para a instalação de auto-falantes de maior potencia e melhor qualidade. Controla apenas uma fonte de áudio. Pode ser combinado com caixas de som amplificadas destinadas aos home theaters. Os conjuntos da Creative, da linha 2.1 com suas variações, desde o modelo SBS 350 com 12  Watts rms até o L-3500 com 48 Watts rms são ótimas opções para a sonorização de um ambiente, pois respondem ao espectro de freqüência compreendido entre 40 Hz e 20 KHz. A qualidade do som dos equipamentos da creative labs são reconhecidamente ótimos para sua faixa de preço. Nessa montagem é necessária a utilização de um conector/adaptador com duas entradas P2 fêmea (para receber a conexão das caixas) e um P2 macho para ligação ao CD-Player.

 

Adestrador de Pássaros

http://www.balancascolumbia.com.br/adestrador/

A versão mais simples do timer apresenta os mesmos recursos do modelo anterior, com a possibilidade de poder alternar entre duas fontes de áudio.

A empresa ainda fabrica um modelo que controla um CD-Player automotivo e que ainda pode ser fornecido com radio AM/FM incluído.

Nossas observações: A versão com equipamento da linha automotiva oferece a possibilidade de emprego de auto-falantes de melhor qualidade. O amplificador do cd-player (mosfet com quatro saídas de 50 Watts) permite a ligação de vários auto-falantes sem amplificador (calcular quantidade em função da potencia dos auto-falantes). O cd-player automotivo possui uma durabilidade maior que os Disk Man empregados normalmente em outros modelos. O liga-desliga do CD encurta muito sua vida útil. O modelo que inclui rádio AM/FM permite o uso de som ambiente nos intervalos do treinamento, empregando o mesmo canal de áudio, diminuindo a influência de sons externos. Projetos maiores necessitam da instalação de módulos amplificadores, o que implica em alguma dificuldade com a alimentação (transformadores de tensão para alimentação do modulo amplificador), pois a fonte normal do aparelho não suporta maior potência.


Timer

Timer com CD e caixas ampliadas

Timer com CD-Player automotivo

 

Pássaro eletrônico

http://www.eltrones.com.br/

Esse aparelho apresenta chave para variação do tempo de canto de 10, 20 e 30 minutos e para controle de tempo em silêncio de 10, 20 e 30 minutos. Possui desligamento manual ou automático através da variação da luz com ajuste de sensibilidade e com a vantagem de não cortar o canto pela metade. Alimentação do aparelho: 110V, 220V (A.C.) ou 12V (Bateria) através de conector no acendedor de cigarros do carro. Alto falante interno e mais três saídas para caixas de som externas. Controle de volume. Controle de agudos. Qualidade de som digital superior aos CDs graças a controle microprocessado.

No aparelho existe um chip que armazena a gravação do canto que será vetorizado, gravado conforme orientação do cliente.

Nossas observações: O aparelho apresenta uma ótima qualidade de som e um recurso existente em poucos aparelhos aparelhos: permite regular a velocidade com que  a gravação é executada, permitindo acelerar ou retardar, para corrigir o andamento do canto do filhote que está sendo vetorizado. Apresenta, em nossa opinião, a desvantagem da necessidade de gravação de outro chip para instalação de outro canto e uma possibilidade reduzida de configuração dos intervalos. 10 em 10 min para um máximo de 30 min. Para instalações maiores requer amplificação de sinal.


Pássaro Eletrônico

Pássaro Eletrônico

CD - Peew Simulador de Habitat

http://www.grataner.com.br

Com esse produto, a Grataner propõe a simulação do habitat natural, onde um pássaro canta e outro responde de outro lugar formando a comunidade.

Possuimos um módulo CD - Peew Simulador de habitat, instalado com quatro monitores. Tem se mostrado durável e com qualidade de áudio.

Distribuição de som em 4 caixas, sendo uma de cada vez (quadrafônico) e com regulagem de tempo para exposição de som em cada um dos projetores de canto

Módulo MD 628 da Tectron Eletronics

http://www.tectroneletronic.com.br

A Tectron oferece um Rack que integra temporizador, CD Player e amplificador que pode alimentar até 10 auto-falantes. Apresenta a possibilidade de ligação de um rádio para tocar nos intervalos das lições de canto (110 ou 220 V), ajuste de tempos com controles digitais, fotocélula para ligar automaticamente com a luz do dia e sensor para não interromper a execução do canto ao desligar. Apresenta, ainda a possibilidade de mudar a velocidade na execução do CD.
Ainda não tivemos a possibilidade de testá-lo, mas aparece como mais uma opção aos criadores.

Amplificadores de som

Existem muitos amplificadores de linha no mercado, no entanto, poderemos encontrar boa opção empregando receivers destinados a sonorização de ambientes. A maioria possui entrada para cd-player do tipo Disc Man e permite a instalação de vários auto-falantes

Ex: FR 900 – RECEIVER

http://www.frahm.com.br/index/index.htm

Sintonizador AM/FM, saída com 25 Watts rms, entrada para CD, microfone, tape-deck, controle de tonalidade e possibilidade de alimentar até 12 auto-falantes com impedância de quatro ou oito ohms.


FR-900

 

Cabines acústicas

São cada vez mais empregadas as cabines acústicas destinadas ao treinamento do canto de pássaros. A cabine permite o isolamento de galadores que não possuem bom canto, impedindo que influenciem negativamente a vetorização dos filhotes. Possibilita que se isole um filhote em treinamento dos sons indesejáveis, garantindo um melhor resultado na sua vetorização.

O processo de vetorização do canto conduzido em ambiente coletivo (vários filhotes reunidos) permite que, por questões ligadas ao territorialismo característico da espécie, os pássaros se precipitem em disputas de canto. Essas disputas podem causar interrupção na cantada para ouvir o canto de outro filhote, que por vezes implicará na fixação de fragmentos de canto e não do canto completo, como é desejável. Poderão, ainda, causar lesões na seringe, (órgão responsável pela produção dos sons do canto dos pássaros) por não estar suficientemente desenvolvida e ser estimulada de forma precoce. Também poderá ocorrer a intimidação de alguns filhotes que não desenvolverão adequadamente a característica de repetição. Conforme o arranjo da instalação do áudio, poderá ser adquirida uma ótima condição para a vetorização do canto. Com a edição das gravações em programas de áudio, como o Sound Forge, por exemplo, é possível preparar instruções adequadas às diversas fases do aprendizado.

As cabines devem ser completamente vedadas, construídas com compensado de dois cm de espessura e revestidas internamente com uma camada de isopor e outra de espuma especial para absorção de som.  As portas devem receber duas lâminas de vidro, para melhor isolamento acústico. Controle de volume em cada cabine, pela instalação de potenciômetros facilitam o manejo. É necessário um dispositivo para ventilação. São muito usados coolers de gabinetes de computadores, como exaustores, e compressores de aquarismo, forçando a entrada de ar. Em qualquer dos casos é preciso que haja uma entrada e uma saída para o ar, de modo a evitar pressurização. A instalação de termômetro para registro das temperaturas máxima e mínima no interior das cabines é desejável.

O Dr Gilson Ferreira Barbosa, titular do Criadouro São Judas Tadeu, em Itabuna_BA, foi pioneiro no projeto de construção e uso de cabines acústicas para vetorização do canto de curiós. Pesquisador de técnicas de manejo, possui vários artigos publicados sobre esse e outros assuntos ligados à criação de pássaros e costuma distribuir a quem solicita, projeto elaborado para a construção de cabines. E-mail:  Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.

 

Manejo na vetorização

Os pássaros possuem uma sensibilidade superior a nossa para a percepção dos sons do ambiente. Se estivermos rodando a instrução de canto em um aparelho de som, por melhor qualidade que apresente, e o canto de outro pássaro invadir o isolamento acústico, esse canto roubará a atenção do filhote.

Os primeiros três meses de vida do filhote compreendem o período em que estará mais receptivo à assimilação do dialeto do canto. Após esse período entram em muda (muda de ninho) e ficam até cerca de seis meses meio refratários ao canto. Após os seis meses passam para a fase de maturação sexual, ficam mais territorialistas e se dedicam ao desenvolvimento do canto que possuem vetorizado. Essa fase segue até a próxima muda e é conhecida como fase da lapidação do canto. Passada a primeira muda de pardo, pouco poderá ser feito para corrigir um defeito de canto, embora não seja difícil estragá-lo no convívio com outros pássaros.

Durante a primeira fase não devemos veicular um canto com muitas repetições, que dificultariam a gravação pelo filhote. O número ideal seria três repetições, preservado o canto de saída. Um número de repetições menor poderia levar o filhote à confusão, memorizando os módulos de entrada e de repetição como um único módulo.

Em um computador dotado de gravador de CD-R, com o auxilio do Sound Forge cuidamos da preparação do primeiro cd de instrução. Extraímos uma faixa do cd que contém o canto que desejamos encartar, para o disco rígido do computador editamos conforme nossa necessidade. Basta agora escolher uma cantada com mais de três repetições, selecionar e excluir as repetições excedentes, cuidando para que o canto de saída seja preservado. Essa será nossa primeira instrução de canto. Selecionando e copiando essa cantada de três repetições poderemos repeti-la quantas vezes desejarmos, posicionando o cursor e colando-a. Entre as cantadas devemos inserir algum tempo de silêncio e várias pialadas para chamar a atenção do filhote. O arquivo em que estamos trabalhando deve ser salvo no disco rígido para posterior gravação em um CD de instrução. Devemos repetir a gravação dessa faixa editada até que o tempo de execução no CD seja de aproximadamente 15 min. O restante do CD de instrução pode ser preenchido com gravação de sons de água corrente. Se ocuparmos o restante do CD (aproximadamente 45 min) com som alternativo, não será necessária temporização, bastando que sua execução se repita por todo o dia. Dessa forma poupamos o aparelho do danoso liga/desliga e não corremos o risco de uma catada interrompida. Essa primeira instrução pode ser repetida até os 60 dias do filhote.

A partir dessa idade, uma nova instrução, com cantadas de cinco e de três repetições, intercaladas, com tempo de execução aumentado para 20 min e intervalos de 60 min será executada até os seis meses. A partir dos seis meses instruções com cantadas de três, cinco, sete e nove repetições alternadas devem ser executadas por 30 min com intervalos de 60 min. Na medida da desenvoltura do filhote podemos preparar instruções que incluam cantadas com maior numero de repetição, mantendo-se, no entanto, sempre algumas com três e com cinco repetições.

O volume do som deve ser de cerca de 1/4 a 1/3 do volume normal do canto de um bicudo.

 

Encarte de Canto

Chamamos de encarte de canto ao processo onde tentamos levar um pássaro a abandonar o canto com que foi vetorizado e passar a executar um canto diferente.

Esse processo é largamente empregado na aquisição de filhotes, pois em sua maioria foram vetorizados com um canto diferente do que esperamos que venham a executar em nosso convívio.

Esse processo apresenta pouco sucesso com a sonorização mecânica.

O termo encartar vem do jogo de cartas, em uma referência a sobreposição de umas sobre as outras.
Os bicudos, como alguns outros pássaros canoros, na época da muda de penas, abandonam suas características territorialistas e passam a conviver em bandos nas áreas com alimentação mais abundante. Nesse tempo buscam integrar-se à comunidade, inclusive executando o canto predominante.

Essa característica é explorada no processo de encarte de canto.

Por exemplo: Um criatório com vários bicudos cantando o canto goiano recebe um pássaro com canto flauta. Após a muda de penas o bicudo com canto flauta, muito provavelmente, terá abandonado o seu dialeto e passará a executar o canto goiano, por entendê-lo o canto da comunidade em que se encontra agora.

Há espécimes com grande facilidade para migrar para outro canto. São os conhecidos cabeça-mole. Há outros, no entanto, chamados de cabeça-dura que apesar da pressão dos demais pássaros continuam fieis ao dialeto com que foram vetorizados.

Há, ainda, muitos casos de espécimes que apenas incluem ou perdem algumas notas nesse processo e outros que adquirem graves defeitos de canto.

Fonte: www.cantoefibra.com.br

 

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